mar 26, 2009

Enviado por emSérie A2 2009 | 5 Comentários

São Bento 2 x 1 Portuguesa Santista

Mais uma vitória “daquele jeito”. O coração já está acostumando.

Do outro lado tínhamos a lanterninha da competição, que só ganhou uma vez, justamente contra a turma do Reverendo.

Eu estava de salto alto. Quando o time fez o primeiro gol, ainda no começo do jogo, nem comemorei muito para não cansar. Tava mascarado hoje…

Mas com esse time nada é fácil (já devia ter aprendido). Não deu tempo de respirar muito e uma bola cruzou a área do Bento. Daquelas que dá um frio na barriga e a cabeça soltar o alerta: “Yamada!”. Pois é, mais uma vez a zaga se complicou e o japonês deixou entrar.

Então voltou o tradicional sofrimento. A zaga presenteou várias vezes o ataque luso, que saía na cara do gol. Nossa sorte é que os atacantes deles são medonhos.

Nosso lateral-esquerdo, Caio, fez de tudo: errou passe de dois metros, furou bola, errou cruzamento. Fez até com que esse blogueiro sentisse saudade do Tita. Não é à toa que “tira o seis” foi a frase mais ouvida na arquibancada hoje.

O seis acabou saindo, mas o importante foi quem entrou: Calé e Franklin. O nosso beijoqueiro entrou com muita disposição e, junto com o “nosso Drogba”, incendiaram o jogo.  No finalzinho, Davizinho, que também entrou no segundo tempo, aproveitou uma bola espirrada na área e marcou o gol da vitória.

O Claudinho, que demorou pra “tirar o seis” mexeu direitinho no time, afinal os jogadores que ele colocou em campo foram decisivos para a reação do time.

Outro ponto positivo foram as atuações de Celsinho e Rafael Fusca. Nosso “enceradeira” jogou muito: deu o passe para o Fusca marcar o primeiro e ainda mandou uma na trave, já nos acréscimos. Já o nosso Fusca, além de marcar gol, participou ativamente do jogo, inclusive voltando para ajudar a defesa.

O time está embalando na hora certa. Mais uma vitória e a zona de rebaixamento vira preocupação passada. É conquistar quatro pontos nos próximos dois jogos (Comercial e Flamengo), que a classificação começa a ser uma realidade.

Eu voltei a acreditar!

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